Escolas municipais trocarão giz e quadro-negro por lousas digitais


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TECNOLOGIA NA SALA DE AULA - Secretária de Educação, Leila Haddad, conversa com alunos da rede municipal sobre novos equipamentos que serão implantados no ano que vem
TECNOLOGIA NA SALA DE AULA - Secretária de Educação, Leila Haddad, conversa com alunos da rede municipal sobre novos equipamentos que serão implantados no ano que vem

O próximo ano letivo começará com novidades tecnológicas para alunos e professores da rede municipal de ensino. A Prefeitura abriu licitação para comprar 176 lousas digitais. Os quadros interativos vão custar R$ 2,4 milhões e serão distribuídos para 22 escolas de ensino fundamental do município. A previsão é de que a ferramenta já possa ser acessada pelos estudantes em março.

Cada lousa custa cerca de R$ 14 mil. A qualidade proporcionada ao desenvolvimento de atividades pedagógicas justifica o investimento. A lousa digital é uma versão ampliada da tela de computador e sensível ao toque. Conectada ao aparelho, ela permite acessar a internet, abrir arquivos, fazer buscas, arrastar figuras, recortar, colar e programar a gravação de conteúdos de programas. “O quadro interativo é mais um recurso moderno que vamos implantar na rede. Os alunos e professores vão adorar. O recurso eletrônico enriquece o aprendizado e deixa os alunos mais motivados”, comentou a secretária municipal de Educação, Leila Haddad Caleiro.

A licitação para a compra das lousas será encerrada na próxima semana. Leila acredita que em março o giz e o quadro negro possam ser aposentados nas escolas de Franca para dar lugar à novidade tecnológica. “Em princípio, não teremos um equipamento para todas as salas, mas cada escola receberá seis lousas. Elas são móveis e podem ser facilmente transportadas. Será um enorme ganho para melhorar a nossa proposta pedagógica”.

A aquisição das lousas digitais é mais um passo para ampliar a utilização dos recursos tecnológicos nas salas de aula de Franca. Desde 2008, as escolas da rede municipal já desenvolvem o projeto “Escola Digital”. As unidades contam com computadores, softwares educativos e mesas educacionais que permitem a realização de atividades interativas.
Ao mesmo tempo em que investe na tecnologia, a administração também está qualificando os professores para explorarem da melhor maneira os modernos recursos oferecidos.

A capacitação se dá por meio do Pró-Info, programa do governo federal que visa a formação continuada de professores na área de tecnologia educacional. “Começamos com a formação no fim do ano passado. Cerca de 250 professores já passaram pelos cursos. Os resultados têm sido muito positivos. O projeto está abrindo um novo olhar referente ao uso da tecnologia na sala de aula. Estamos buscando parcerias para ampliar os cursos”, comentou Silzen Maid, coordenadora do projeto.

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