Cidadela


| Tempo de leitura: 1 min

Silvana Bombicino Damian
É empresária e escritora


Alegre-ensolarada; uma menina
Impetuosa-irrequieta; adolescente talvez?
Serena-ponderada; uma senhora
Dialética e insatisfeita; uma mulher!

Mas também terra, suor, labuta
E sonho realizado e o que não vingou
Insignificante ponto no azul do globo
Ítaca para onde sempre volto
Ítaca para onde sempre vou

Das três colinas, da careta, do relógio do sol
Do café e do Imperador
Se de vanguarda, provinciana, histórica ou moderna
É aquela que eu era e aquela que eu sou

Calçadas estreitas, sendas, sinas
Versos brancos sob um céu azul
Concreto, ferro, aço e vida
E ypês amarelos, flamboyants e déjà vus
 

Cidade onírica- real- humana
Dos meus filhos e dos filhos seus
Pólis, aldeia, ponto de partida
Ítaca para onde sempre volto
Ítaca para onde sempre vou.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários