Mais do que conhecer a máquina e seu funcionamento moderno, arrojado para os primórdios do século XXI, foi importante conhecer os profissionais que integram o GCN Comunicação e acompanhar sua dinâmica de trabalho. Em perfeita integração, a equipe demonstra amor pelo que faz e compromisso com o ponto de vista que o jornal assume a respeito dos fatos que leva ao conhecimento do seu interlocutor, o leitor. Ao encerrarmos os trabalhos do Programa Jornal Escola, na última quinta-feira, pudemos assistir a uma mostra desse engajamento. Para satisfazer a uma curiosidade dos professores cursistas, de ver a moderna máquina impressora funcionando, pois esta trabalha só na madrugada, a jornalista presidente do Conselho de Administração e idealizadora do Jornal Escola, professora Sônia Machiavelli intensificou sobremaneira a edição do caderno Nossas Letras, que só sairia no sábado, para ser rodado na tarde de quinta na presença dos professores. A equipe de operação e revisão do trabalho técnico da megaimpressora também foi acionada e respondeu prontamente, com satisfação. Tudo isso para que os educadores pudessem passar também pela experiência de ver como a tecnologia está a serviço do homem. E é nesse ponto que quero chegar: embora seja produto da inteligência humana de nada adiantaria a máquina se não fosse o trabalho intelectual do homem. Não teria o mesmo impacto e significado se as páginas de jornal rodadas fossem quaisquer. Ao aliar reflexão, escrita, comprometimento com tecnologia, a ação foi coroada de êxito e pudemos viver um momento ímpar de aprendizagem: admiramos a máquina e levamos para casa a literatura. (A professora ministradora do curso se manifesta sobre a matéria “União de sucesso: integração imprensa e escola” deste Comércio, disponível para leitura aqui)
Maria Ângela f. Chiachiri
Franca - SP
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