‘São necessárias ferramentas cada vez mais sofisticadas’, diz Dalaqua


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NO COMANDO - Delegado adjunto da Dise, Pedro Luís Dalaqua: ‘O crime se aprimora a cada dia e o uso da tecnologia nos permite estar à frente dele’
NO COMANDO - Delegado adjunto da Dise, Pedro Luís Dalaqua: ‘O crime se aprimora a cada dia e o uso da tecnologia nos permite estar à frente dele’

“Ela veio para nos ajudar”. As palavras são do delegado Pedro Luís Dalaqua, ao comentar a era tecnológica a serviço da polícia.

Comércio da Franca - O senhor é delegado há 16 anos, dos quais 12 com dedicação exclusiva à Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes). Como era feita a investigação antes da tecnologia?
Pedro Luís Dalaqua -
Trabalhávamos com mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Com o passar dos tempos, isto se tornou obsoleto, porque os traficantes foram mudando seus hábitos e deixando de guardar drogas em suas casas. Tínhamos que provar que a droga encontrada, por exemplo, em um terreno baldio, era daquela pessoa. A tecnologia veio para nos ajudar neste sentido.

Comércio - De onde vem o dinheiro que possibilita a Dise a investir na área tecnológica?
Dalaqua -
Da parceria com a Delegacia Seccional. O delegado Marcelo Caleiro tem dado total apoio, o que nos possibilita adquirir equipamentos cada vez mais modernos. O crime usa de todos os artifícios para tentar burlar a lei e, para estarmos à frente dele, é necessário que tenhamos ferramentas cada vez mais sofisticadas para combatê-lo. 

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