Antes de criticar temos que tomar conhecimento dos valores base anteriores e os que estão hoje aprovados. Supondo que os valores estivessem realmente defasados, há que se considerar ajustes inflacionários e etc para (saber) se os valores atuais estão ou não recebendo ajustes além da realidade necessária. Comparativo que não vi na matéria. Desconheço, portanto não vou criticar, mas apenas questionar. Será que os vereadores e prefeito detêm conhecimento bastante para saber quais os percentuais ou ajustes necessários? Estes cálculos são feitos por alguém competente para tanto? Ou será que adivinha-se um número de faz-se a farra do boi para votar e aprovar? Sugiro ao Comércio que elabore uma reportagem com maior profundidade sobre o tema a fim de que nós, os munícipes, possamos ter mais conhecimento sobre as tratativas que envolvem o gasto do dinheiro público.
Márcio H. Ranhel Cândido
Franca - SP
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