Gastos indiretos dos francanos atingiram cerca de R$ 4 milhões


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Em sua planilha, o TSE exige que todos os serviços e bens recebidos ou utilizados pelos candidatos em campanha sejam computados. Isso significa que mesmo quando usa um carro emprestado - e não alugado -, quando alguém trabalha como voluntário pedindo votos para ele sem receber salário ou quando recebe santinhos doados por um correligionário, por exemplo, o candidato deve informar o valor que isso teria se tivesse que pagar pelo bem ou serviço que ganhou. “É chamado gasto estimável. Assim, o TSE poderá ter real dimensão da campanha que determinado candidato fez, mesmo que tenha, de fato, gasto pouco dinheiro”, disse Denílson de Carvalho, advogado especialista em direito eleitoral. Em Franca, esses gastos chamados estimados ou indiretos somaram quase o mesmo que os gastos financeiros, cerca de R$ 4 milhões.

Outro detalhe que pode complicar a vida de candidatos desatentos são as sobras de campanha. Quando o candidato declara que arrecadou mais do que gastou, o que sobra deve ser doado ao diretório regional do partido dele. Nesta situação, estão Cristiano Rodrigues (PV), que deve devolver R$ 446; Gilson Pelizaro (PT), R$ 25,4 mil; Paulo Afonso (PT), R$ 566; José Alexandre (PV), R$ 43; e Roberto Engler (PSDB), R$ 9.

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Colaborou Tiago Cesar

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