Tubarão


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A palavra tubarão costuma assustar. Logo que a ouvimos ou lemos associamos o animal marinho a muita agressividade. Há sempre alguém para nos lembrar que tubarões são bichos violentos que atacam humanos. E isso é verdade. No nordeste brasileiro tubarões já atacaram surfistas e turistas em diferentes verões. Nadadores avançam pelo mar, invadem a área dos tubarões e são abocanhados.

Mas o tubarão-baleia pertence a uma outra espécie. Ele é tão dócil que nas costas da Austrália mergulhadores disputam em filas a oportunidade de nadar junto com eles. Naquele país e em outros o animal é protegido por lei. Isso acontece também em Taiwan e nas Filipinas.

Os tubarões-baleia têm tal nome por causa do seu tamanho. Chegam a medir vinte metros e pesar doze toneladas, o que significa doze mil quilos. Eles se alimentam principalmente de plancton, conjunto de organismos que vivem nas águas. Mas também comem de uma vez, porque têm boca enorme, cardumes inteiros de pei-xes, como vemos nos desenhos animados. Eles geralmente se deslocam em grupos. Por isso se diz que são animais gregários.

Aparecem regularmente nos mesmos locais e em determinadas épocas do ano, provavelmente para aproveitar certos acontecimentos, como a desova de corais e o florescimento regular de plancton.

Ele é o maior de todos os tubarões conhecidos. E o maior entre os peixes vivos. É facilmente reconhecível pelo tamanho colossal e a enorme boca. Vive até 130 anos.

Nasce com trinta centímetros em média. Há pouco tempo pesquisadores encontraram um desses tubarões com 300 filhotes na barriga. Eles se cruzam para a reprodução aos trinta anos.

A pele do tubarão-baleia chama muito a atenção. Ela tem até vinte centímetros de espessura!

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