A pauta de ontem da Câmara previa a votação de quatro projetos. Os dois de maior repercussão foram adiados. Ficaram para sessões futuras as discussões sobre as propostas que proibiam profissionais da área de saúde de usarem jalecos nas ruas e a que impedia a apresentação de animais em circos.
De autoria do Pastor Otávio, o primeiro projeto pretende proibir que médicos, enfermeiros e dentistas circulem fora do ambiente de trabalho vestindo jalecos, aventais e outros vestuários com os quais trabalham. “A intenção é reduzir os casos de infecção. O uso destas roupas na rua pode propagar as ocorrências, pois as bactérias ficam impregnadas nas vestes”.
Após ouvir representantes da Santa Casa, a vereadora Graciela Ambrósio (PP), integrante da Comissão de Saúde da Câmara, pediu prazo para emitir um parecer em separado com base em informações técnicas. A proposta foi adiada por dez dias.
O projeto do vereador Vanderlei Tristão (PTB), que pretende proibir a apresentação de animais em circos na cidade, foi adiado por duas sessões. Na tentativa de convencer os companheiros da necessidade, ele apresentou um filme com imagens de animais sendo maltratados.
Só foram aprovados o projeto que declara de utilidade pública o Centro Promocional Nossa Senhora de Lourdes e o que autoriza a abertura de créditos no orçamento do Uni-Facef no valor de R$ 550 mil para manutenção de programas.
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