Que venha o novo presidente


| Tempo de leitura: 2 min

Os mais de 135 milhões de brasileiros têm uma grande missão neste domingo: escolher o 40º presidente da República Federativa do Brasil. Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) apresentaram suas propostas ao longo do mês (depois que os brasileiros decidiram que o pleito deveria ir para o segundo turno) e agora cabe ao eleitor decidir quem vai substituir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que encerra seu segundo mandato em dezembro. No final da noite deste domingo o vencedor já estará definido e terá que arregaçar as mangas, já que terá que trabalhar duro para não frustrar as expectativas dos brasileiros.

Logo de cara, o vencedor terá a obrigação de escolher com bastante cuidado os seus colaboradores diretos e exigir destes uma postura bastante crítica quanto aos seus auxiliares. O Brasil da mostras de que não tem mais paciência com escândalos, corrupção e, principalmente, o nepotismo que ainda domina parte do Poder Público e cuja prática não é possível mais suportar. Há quem ainda considere a coisa pública como feudo particular. Não existe mais espaço para estas práticas e o exemplo tem que partir do chefe da Nação, seja ele quem for.

Além disso, a população brasileira acredita numa nova postura, principalmente no que diz respeito à Saúde e à Educação. São dois pontos ainda nevrálgicos que precisam de uma atenção maior. Enquanto não se buscar uma melhoria sensível quanto aos serviços oferecidos não será possível ao País se posicionar como Nação verdadeiramente grande. É necessário que o dinheiro do contribuinte seja gasto de forma responsável, revertendo a seu favor o que se paga em impostos.

Dilma Rousseff e José Serra tiveram a oportunidade de conhecer a realidade brasileira a fundo e não podem, qualquer um que seja eleito, deixar o País sem um grande esforço para mudar todo o panorama que aí está. O eleitor espera que o próximo presidente trabalhe para transformar totalmente os serviços que são oferecidos ao povo brasileiro. Por isso, depositará o seu voto para eleger quem considera mais capaz e mais preparado para fazer tudo aquilo que o Brasil precisa para sair efetivamente da faixa do subdesenvolvimento.

Há ainda uma série de reivindicações às quais o eleito neste domingo precisará responder, como uma reforma tributária para reduzir o peso dos impostos no bolso do contribuinte, além de uma reforma que acabe com as distorções do atual sistema político brasileiro. Esperamos, todos nós, que o próximo presidente trabalhe em consonância com os anseios de toda a população brasileira. À parte partidos e ideologias, o que se espera é que o próximo presidente seja verdadeiramente o comandante de todos os brasileiros, aproveitando o bom momento que o Brasil vive nos últimos anos, principalmente no campo econômico. Há faces do Brasil ainda mergulhadas em atraso deprimente. Para elas deve-se voltar, com muito cuidado e atenção, o olhar do próximo presidente.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários