A recusa dos moradores de rua em receber os atendimentos oferecidos pela Prefeitura é um obstáculo enfrentado pelo setor de assistência social do município. Dividir as acomodações do Abrigo Provisório é uma alternativa que costuma ser rejeitada. No local, é preciso obedecer a regras como cumprimento de horários e não beber. O tempo de hospedagem é curto, geralmente de três dias. “Muitos preferem permanecer nas ruas. Nossa maior dificuldade é o álcool”, disse o secretário Roberto Nunes Rocha.
Na terça-feira, reportagem do Comércio mostrando que dois homens moravam em uma caçamba em terreno da Avenida Rio Amazonas, ao lado do Franca Shopping, chocou. Roberto Nunes Rocha disse que foi oferecido apoio e lugar no Abrigo aos moradores, mas que eles não aceitaram. “Ambos têm familiares em Franca, mas por enfrentarem divergências em casa, eles acham melhor ficar na rua. Oferecemos a estrutura e auxiliamos a encontrar serviço, mas não podemos obrigar ninguém a aceitar”.
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