Não concordo com a psicóloga entrevistada na matéria (leia matéria). Carro, quando apresenta problemas, deve-se tentar o conserto, levando-o ao mecânico. No casamento em crise, deve-se procurar, primeiro, o “conserto”. De mais a mais, na infeliz comparação da psicóloga, carros não geram carrinhos, mas com casamento, sim. De mais a mais, casamentos, como carros, não estragam se trafegam por caminhos bons e se são bem cuidados. Há problemas quando os veículos são de uso coletivo... O problema é que hoje, não se valoriza mais o vínculo afetivo e sim, o veículo efetivo! Não é à toa que dizem ser a boneca Barbie mais vendida a “divorciada”. Ela vem com o carro do Ken, o Iate do Ken, a moto do Ken....
Éder Brazão
Franca - SP
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