Show de dança com garotas, arremessos de prêmios com uma bazuca para a arquibancada e muita festa. Assim foi a primeira noite da Liga Sul-Americana para 1.800 torcedores presentes no Poliesportivo, ontem. O show foi completado com a vitória do Vivo/Franca sobre o Mavort (EQU), 94 a 76 (50 a 34).
No início, até que os jogadores equatorianos conseguiram equilibrar as ações. A derrota foi de 22 a 18. Na segunda parcial, o Vivo/Franca deslanchou. Domínio nos rebotes defensivos, rapidez na transição e bom aproveitamento nos arremessos de média e longa distância, vitória por 28 a 16.
No terceiro quarto, Spillers e Drudi dominaram o garrafão defensivo. Com isso, serviram Helinho e Benite, que saíam rapidamente para o ataque. O rodízio entrada de Fernando Penna, Márcio Dornelles e Ricardo Probst apenas fez aumentar o vigor físico francano. Emoção? Só quando Helinho saiu de quadra atingido por uma cotovelada. Das arquibancadas vieram gritos de “Uh! Vai morrer”. E o Mavort morreu, 26 a 17 na parcial.
Com McFarland em quadra, Franca mandou nos últimos 10 minutos. Destaque para Dedé, que está recuperado de sua lesão na mão esquerda. Pelos equatorianos, pai (Engels Tenório, 44) e filho (Engels Tenório, 21) chamaram a atenção e o visitante venceu o quarto, 25 a 18, o que foi insuficiente.
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