Polícia busca pistas para identificar assassinos de homem executado


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HOMICÍDIO  - Antônio Nascimento foi assassinado em frente a campo de futebol do Jardim São Luiz II
HOMICÍDIO - Antônio Nascimento foi assassinado em frente a campo de futebol do Jardim São Luiz II

A Polícia Civil ainda não tem pistas dos criminosos que mataram o comerciante Antônio César da Silva Nascimento, 28, executado a tiros no meio da Avenida Major Elias Mota, no Jardim São Luiz II. O crime foi na noite de quarta-feira, em frente à praça de esportes do bairro. Ontem uma equipe de investigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) voltou à cena do crime para tentar ouvir possíveis testemunhas do assassinato. Segundo os agentes que trabalham no caso, poucas informações foram colhidas no local.

A polícia apurou que a vítima também foi atropelada por um veículo não identificado. Denúncias apuradas pela equipe de homicídios da DIG dão conta de que Antônio César chegou a ser colhido por um carro, quando caiu no meio da avenida enquanto ainda estava sendo baleado por seu algoz.

As informações que estão sendo investigadas relatam que o comerciante levou tiros à queima roupa e segundos depois um carro passou sobre seu corpo. “A cabeça dele apresentava um grave ferimento. Ouvimos esta informação, mas somente o laudo do médico legista vai apontar o que realmente aconteceu. No local, como é natural neste tipo de crime, as pessoas ficam com medo de falar. Estamos recebendo denúncias e checando todas elas”, disse o investigador Luciano Tavares.

As investigações apontam para a participação de duas pessoas no crime. Uma ficou numa moto esperando o comparsa atirar no comerciante. Segundo apurado até o momento, a vítima tentou correr, mas foi alcançada e executada. O atirador após concluir os disparos, subiu na garupa da motocicleta e fugiu do local.

Segundo o delegado Márcio Murari, depoimentos de familiares da vítima devem ajudar a determinar o rumo das investigações. Hoje, a equipe de homicídios deve procurar amigos e parentes do comerciante, para tentar levantar informações sobre sua vida pregressa e se Antônio César vinha recebendo algum tipo de ameaça. “Normalmente nós damos um tempo para os familiares e depois começamos a ouvi-los, o que deve acontecer a partir desta sexta-feira. Por enquanto, estamos trabalhando numa outra linha de apuração, procurando testemunhas do assassinato e checando as denúncias anônimas que nos chegaram pelo telefone 197 ou até mesmo da DIG, que é o 3724-1854. Vale salientar que as denúncias podem ser feitas sem que a pessoa se identifique”, disse Murari.  

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