“Nas escolas...”


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Todo motorista sabe muito bem o que é certo e o que é errado no trânsito. Ou não? Quem anda certo não tem do que reclamar. Muito pelo contrário. Tem, isto sim, que elogiar a fiscalização. Afinal, quando as autoridades não fiscalizam a população reclama. Se tem, reclama também. O que realmente corrige motorista infrator é multa, é mexer no bolso do cidadão. Campanha de trânsito não funciona com adultos. Panfletar é jogar dinheiro e tempo fora. Campanha de trânsito tem que ser feita nas escolas, com crianças, para que no futuro não cometam os mesmos erros dos adultos de hoje.
Tiago
Franca - SP

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A Secretaria de Trânsito realizou um bom trabalho de sinalização, mas não vi grandes melhorias no trânsito. Pintar e sinalizar ruas é apenas obrigação. Dou exemplo, falando sobre o novo formato da Avenida Rio Branco, em frente à sede da Amazonas. A via, que antes suportava quatro veículos lado a lado transitando nos dois sentidos (mão dupla), agora permite apenas uma linha de tráfego em cada sentido. Foi dividida com largas faixas amarelas restringindo ultrapassagens e o tráfego de dois veículos lado a lado em único sentido. Sendo assim, a perda de espaço e sobrecarga do trânsito é visível. Quem vai no sentido Distrito Industrial/Centro ou vice-versa, acaba perdendo a paciência e comete imprudências perigosas ao transitar sobre as faixas amarelas. Resumindo, a pista perdeu espaço considerável que poderia ter sido melhor aproveitado ao menos no sentido que tenha maior volume de tráfego.
Joséliton Vieira de Morais
Franca - SP

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Ficou realmente boa a mudança, mais há problemas. A via paralela à rodovia que desce da ponte do Guanabara, sentido Leporace/Tropical, está perigosa demais no “pare” que tem. É um risco enorme para quem trafega por lá. Outro ponto terrível esta na rotatória nova que entra para o Tropical. Os veículos que vêm do Leporace, sentido Guanabara, não param e passam direto invadindo a rotatória. Até o poste que tem lá já está danificado. Outro dia, por sorte, percebi que um motorista de um carro não iria parar na rotatória e acelerei, passando direto. Eu iria virar, se não tivesse visto o perigo. Ele bateria em meu veículo, em cheio. Ele passou após meu carro e bateu de frente no poste. Peço muita atenção para com aquele local. Melhor prevenir que remediar.
Vânia Santos
Franca - SP

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Sou francana, apaixonada pela cidade. Moro, porém, em São Paulo há muitos anos. No decorrer das constantes visitas à minha terrinha, observei que o trânsito da cidade mudou; que a quantidade de carros explodiu, sem mencionar as motos, principalmente as que circulam entre as áreas mais industrializadas da cidade. Quando é que os administradores do trânsito francano vão começar a pensar em alternativas verdes para a cidade, incentivando o uso de bicicletas (quem conheceu Franca nos anos 80 sabe do que estou dizendo) e vias seguras por todos os lados? Acho que mais do que investir na manutenção de vias públicas e de seus acessórios (semáforos, radares, sinalização etc) temos que pensar a longo prazo, nas novas gerações, no uso consciente do automóvel, na inclusão de meios de transporte públicos mais ecológicos e com certeza, no uso das bicicletas.
Maria Falleiros
São Paulo - SP

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