A advogada Adriana Telini Pedro esteve ontem no Fórum de Franca para participar de uma audiência do processo que responde pelo crime de estelionato. O inquérito é de 2007 e está nas mãos do promotor de Justiça, Ivan Nascimento de Castro, porém na audiência de quarta-feira o Ministério Público foi representado pelo também promotor Joaquim Rodrigues Rezende Neto. Telini é acusada de ter passado vários cheques roubados em estabelecimentos comerciais. Ontem, por ter faltado uma das testemunhas do processo de acusação, a audiência foi cancelada e marcada para uma nova data. Adriana deverá comparecer novamente na presença do Juiz no próximo dia 18 de novembro.
Esta é a segunda vez que Adriana Telini não é ouvida no processo que responde pelo crime de estelionato. Em agosto deste ano, ela deveria ter participado de uma audiência no Fórum de Franca, mas alegando problemas de saúde, não compareceu.
Ontem, durante a nova audiência, uma das principais testemunhas de acusação, considerada pela promotoria como peça importante no processo, faltou e, pela segunda vez, a audiência foi cancelada. De acordo com o promotor de Justiça, Joaquim Rezende, ele achou por bem pedir a suspensão e marcar uma nova data para que todos os envolvidos sejam ouvidos. Rezende assumiu momentaneamente a sala da audiência em substituição ao colega que conduz o processo de acusação, Ivan Nascimento.
As acusações no crime de estelionato contra a advogada Adriana Telini surgiram em 2007, quando vítimas a denunciaram e registraram na polícia queixas de cheques não pagos que foram repassados pela advogada.
Segundo a Polícia Civil, ela teria pagado uma faxineira, uma vendedora de roupas e um salão de cabeleireiro com cheques roubados.
Já a defesa de Telini no processo alega que ela recebeu apenas três cheques de clientes, totalizando R$ 880, e os passou em duas lojas, sem saber que os mesmos eram roubados.
Os cheques, que de acordo com a Polícia Civil saíram das mãos de Adriana Telini, desapareceram no mês de abril de 2007 da residência de uma dentista, moradora da Vila Industrial. Foram dois talões de cheques levados por ladrões que invadiram o imóvel.
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