Atualizado às 13h01
Aquele 5 de agosto, que parecia ser mais um dia normal de trabalho, mostrou uma face inesperada. Após um desmoronamento na mina San José, em Copiapó, Chile, 33 trabalhadores ficaram presos em uma galeria a quase 700 m de profundidade.
Os regastes propriamente ditos começaram somente 17 dias depois, quando as equipes de resgate descobriram que todos estavam vivos por meio de um bilhete enviado à superfície. A escavação do duto durou 33 dias e terminou neste sábado, quando as perfuradoras alcançaram os mineiros. Várias medidas de segurança foram tomadas para proteger os trabalhadores, desde o revestimento dos dutos, até a monitoração de suas condições de saúde.
O primeiro deles a chegar à superfície foi Florencio Avalos à 0h10 local. Logo após vieram Mario Sepulveda, Juan Illanes, Carlos Mamani, Jimmy Sanchez, Osmán Araya, José Ojeda, autor do bilhete encontrado no dia 22 de agosto, Claudio Yánez, Mario Gomez e Alex Vega.
Todos foram recebidos com alegria por familiares - muitos deles acampados numa vila improvisada com tendas de onde aguardaram o resgate -, além de serem alvo da presença de pelo menos 220 meios de comunicação de 40 países, dos quais 80 chilenos. Segundo a BBC Brasil, estima-se que os jornalistas credenciados no local cheguem até 1,5 mil.
Depois desta recepção, os 16 mineiros resgatados, até o momento, foram levados a um hospital de campanha para a realização de exames médicos.
Mais 17 mineiros continuam presos na mina e aguardam a cápsula de resgate. Clique aqui para conhecer todos eles.
Com informações das agências internacionais.
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