Não há nenhuma surpresa neste apagão de mão de obra.Um País e uma cidade que sempre deram mais crédito aos números da economia e quase nunca levaram em consideração a qualificação profissional e intelectual de sua população, começam a pagar o preço. Educação de qualidade não é aquela que o governador eleito descreve ao citar os números do IDEB e sim a que não só alimenta as estatísticas governamentais mas, como em outras épocas, prepara o cidadão para assumir responsabilidades de seus atos. Acostumados com adolescentes que burlam regras e leis a todo instante profetizo aos empresários francanos que a situação, apocalipticamente falando, vai piorar. Terrível, não?
Luís Alexandre Machado
Franca - SP
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