A principal ausência no treinamento de ontem na Francana foi a do técnico Paulinho Kobayashi. Ele começaria o trabalho com os jogadores às 15 horas, mas teve problemas em seu veículo durante a viagem de Santos, onde vive, até Franca e só chegou à cidade por volta das 20 horas.
A reportagem tentou contato com o treinador pelo telefone. O assistente técnico Robson Agondi, que viajou com Kobayashi, atendeu o aparelho e mencionou que o veículo em que os dois estavam teve problemas. Não foi possível ter mais informações porque o sinal do celular ficou ruim e o treinador e seu assistente se tornaram incomunicáveis.
O supervisor de futebol do clube, Sandro Silva, presente no treino de ontem à tarde na Vila Santa Terezinha, confirmou que houve um problema mecânico no carro do treinador e por isso sua ausência na preparação da equipe.
Sem o comandante, quem assumiu a função foi o preparador físico Fúlvio Ventura. Azar dos jogadores. Todo o trabalho realizado na praça esportiva da Vila Santa Terezinha foi focado na parte física, exercício que não é a preferência dos atletas. Em mais de uma oportunidade Fúlvio pediu seriedade aos jogadores e empenho na atividade.
Segundo o profissional, o período de uma semana de trabalho antes do jogo contra o Noroeste, no próximo domingo, às 11 horas, no Lanchão, contribuiu para que houvesse treinamento físico, que foi mesclado com aprimoramento técnico. “Na verdade a gente estava com essa intenção de fazer a parte física e já estava no planejamento”, afirmou Fúlvio Ventura, defendendo que a ausência de Kobayashi não atrapalhou o trabalho.
A Francana tem jogo decisivo contra o Noroeste no fim de semana em Franca. A partida será válida pela 18ª rodada da Copa Paulista, que está na segunda fase. O time esmeraldino depende da vitória neste confronto e nos outros dois (13/10 contra o Sport Barueri, no Lanchão, e em 16/10 contra o XV de Piracicaba, fora de casa) para tentar a classificação. “A gente teve informação de que o técnico deles (Luciano Dias, do Noroeste) falou que nós atropelamos eles (no último sábado, no empate de 2 a 2). Temos de manter esse ritmo forte aqui e graças a Deus ninguém teve lesão muscular, esse é o princípio do condicionamento, o que ajudou bastante no trabalho”, defendeu o preparador físico.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.