Médico que deu início às fertilizações in vitro ganha Nobel


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Se o ditado “Antes tarde do que nunca” se aplica a algum caso real, com certeza é esse. Após mais de 30 anos do nascimento do primeiro bebê de proveta, o médico britânico Robert Edwards, 85, pioneiro na fecundação in vitro (técnica que consiste em fertilizar um óvulo em laboratório e esperar o embrião iniciar o desenvolvimento antes de implantá-lo no útero da mulher) foi, enfim, reconhecido com o Prêmio Nobel de Medicina 2010. O resultado saiu nesta segunda-feira, anunciado pelo Comitê Nobel do Instituto Karolinska em Estocolmo.

O primeiro resultado concreto das pesquisas do médico britânico foi a garota Louise Joy Brown, que nasceu em 25 de julho de 1978. Desde então cerca de quatro milhões de crianças já nasceram graças à fertilização in vitro.

O próximo prêmio Nobel a ser anunciado é o de Física, amanhã. Os prêmios, que são entregues aos ganhadores em Estocolmo e Oslo no dia 10 de dezembro, são um diploma, uma medalha e um cheque de 10 milhões de coroas suecas, o equivalente a mais de um milhão de dólares
 

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