A cobrança do vizinho


| Tempo de leitura: 2 min

No próximo domingo, 3 de outubro, 135 milhões de brasileiros vão às urnas para eleger presidente, senadores, governadores e deputados (federais e estaduais). É mais uma eleição majoritária que pode definir um momento do País ou mudar seus rumos. Ao que se percebe pelas pesquisas eleitorais divulgadas até agora, as mudanças não deverão ser drásticas, já que o brasileiro parece que pretende apostar na continuidade para que o Brasil mantenha o bom momento que estamos acompanhando atualmente, principalmente na economia (com a queda no desemprego, a estabilidade da moeda, a inflação baixa e ampliação do poder de consumo).

Em Franca, os quase 218 mil eleitores (só nas zonas eleitorais da cidade) terão uma grande responsabilidade neste pleito: manter a representatividade política verificada nos últimos quatro anos, período em que a cidade vem contando com dois deputados estaduais e um federal. O quadro atual teve considerável participação em algumas conquistas, como a instalação do AME (Ambulatório Médico de Especialidades), a construção do novo campus da Unesp e a redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre a cadeia produtiva de calçados, em nível estadual, além da inclusão da indústria local em pacotes de desoneração.

É possível considerar que a falta de uma representação efetiva poderia ter prejudicado esses avanços. Contar com representantes que conhecem os problemas do município e da região traz uma garantia maior de realizações aliada à possibilidade de acompanhamento e cobrança mais efetivos. São boas razões para levar o eleitor a refletir sobre a importância de eleger quem conhece de perto as reivindicações de Franca e região e que, ao mesmo tempo, pode ser cobrado de perto.

Franca merece manter a sua representatividade nos círculos do poder em níveis federal e estadual. Deixar de dar o voto ao candidato comprometido pela proximidade e que pode ser cobrado mais facilmente é reduzir as esperanças e os anseios de uma população que chega perto das 500 mil pessoas.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários