A diretoria do Vivo/Franca ainda não conseguiu R$ 80 mil em patrocínio para viabilizar a realização de um dos quadrangulares da Liga Sul-Americana no Poliesportivo. O prazo para assinar o contrato e o encaminhar para a Abasu (Associação de Basquete Sul-Americana) termina nesta quinta-feira.
Até esta data o clube precisa efetivar o pagamento de uma taxa de US$ 10 mil (R$ 17.112), que confirma uma das sedes em Franca. Além deste valor, o clube deve arcar com os custos de viagem, hospedagem e alimentação dos times adversários, da arbitragem e dos funcionários da Abasu.
O presidente do Franca Basquete, Luís Carlos Teixeira, afirmou que até agora tem menos da metade dos recursos necessários para sediar o quadrangular. “Estamos aguardando a resposta de algumas empresas, que se comprometeram em nos informar o interesse até esta semana.” Se não houver o patrocínio total, o clube não assumirá os gastos e deixará de ser sede. “Nós não podemos onerar o caixa do clube”, explicou Luís Carlos Teixeira.
Segundo o mandatário, a Abasu também dificulta a negociação. A associação ainda não confirmou se os jogos do quadrangular serão televisionados. “Se houver transmissão, é um preço. Sem a TV, a cota é de outro valor”, disse. O presidente da entidade internacional é Gerasime Bozikis, o Grego, ex-comandante da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e rival político do Franca Basquete.
O Vivo/Franca está na mesma chave de Boca Juniors (ARG), Sporting (URU) e Mavort (EQU). O quadrangular está previsto para acontecer entre os dias 21 e 23 de outubro. Apesar do risco de a sede não ser na cidade, o time participará da disputa.
Em 2007, quando Franca sediou um quadrangular da Liga, foram gastos mais de R$ 50 mil. Magazine Luiza e Prefeitura arcaram com boa parte dos custos.
Colaborou: Carlos Zacarelli
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