Ouço sempre políticos dizerem que a saúde anda bem no Brasil. Realmente, melhorou mesmo, mas ainda falta muito, principalmente quanto a equipamentos médicos e formação mais adequada para os médicos dos Nubes e ambulatórios municipais. Quem precisa é gente de baixa renda, que não tem convênio particular, depende de ônibus para se locomover. Ao chegar se deparam com médicos nervosos e mal humorados, algumas vezes por falta de insumos básicos para o exercício do trabalho ao qual se dedicam. Passei por problema do tipo. Levei minha filha de 7 anos ao “Janjão” dia destes. Fiquei vários minutos esperando alguém no guichê de atendimento, porque não tinha ninguém. Apareceu a atendente e, ficha feita, o atendimento foi rápido. O médico precisou de uma balança para medir o peso de minha filha e, com base no peso, receitar um medicamento. Não havia. Ai, o absurdo: pediu-me que levasse minha filha à farmácia lá da rua, pesasse e voltasse, com ela, para que ele pudesse receitar. As coisas estão assim...
Franca - SP
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