“O abestado”


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Em toda nossa humilde vida aprendemos que para trabalharmos temos que passar por um processo seletivo, por entrevista, apresentar documentos comprovando nossa graduação escolar e comportamento social. Com políticos devia ser igual. Deveriam passar por um vestibular e entrevistas antes de serem aceitos como candidatos, seja lá para qual esfera política for. O ficha limpa é algo tão óbvio quanto alguém ter de saber, ao menos, ler e escrever (como é o caso de muitos candidatos) para exercer o cargo de representante da nação. Mas onde está o comprometimento dos novos políticos? Será que aprenderam com os antigos? Gostaria de entender como um cidadão qualquer, sem estudo, sem iniciação política, sem conhecimento de causa, se lança candidato... O certo seria o mundo politico agir como uma empresa ou uma faculdade, onde só os melhores entram! De outra forma, continuaremos esperando o Papai Noel! Por falar nele, Feliz Natal para os brasileiros que ainda não despertaram!
Rodrigo Vergara
Franca - SP

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No meio desse mar de mediocridade só nos resta chegar ao raciocínio-chavão de que cada povo tem o governo que merece. Se existem aberrações eleitorais como o Tiririca é porque os partidos sabem bem com que nível de eleitores estão lidando.
Ronaldo Pereira da Silva
Franca - SP

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A que ponto chegamos!!! Sempre existiram palhaços no Congresso, mas agora, pela primeira vez, um palhaço assumido que nem se dá ao trabalho de tentar ludibriar as pessoas com falsas promessas, vai chegar lá. Conta com a anuência de parte significativa dos eleitores, como demonstram as pesquisas. O salário mínimo já é uma piada. Para ficar no clima, agora temos os candidatos-palhaços, que vão transformar o congresso nacional em verdadeiro picadeiro. Ao invés de projetos, espetáculos custeados pelo nosso dinheiro, é claro. Caso essa forma de campanha humorística resulte em sucesso, imagine só o que teremos que aturar nas próximas eleições! Será que essa é a nova versão do pão e circo? Se é, devemos achar pão por ai...
Marcos
Franca - SP

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Quando desviamos nossa atenção para o caso de Tiririca, os coroneis da política fazem suas tramoias. A última é o tráfico de influência dos ricos, mas o nome correto devia ser bandidagem, mesmo. Jamais a justiça eleitoral e as leis deste País poderiam admitir um candidato como Tiririca e nem a forma com que trata a democracia brasileira. Mas permitem. De que adianta a tal da Ficha Limpa se permitem que absurdos continuem ocorrendo?
Delci Liberti
Franca - SP

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