Na vitória do Vivo/Franca por 93 a 77 contra Limeira, quinta-feira, no Ginásio Poliesportivo, por duas vezes parte da torcida francana chamou o técnico Hélio Rubens Garcia de burro. O torcedor não gostou de vê-lo substituir o pivô norte-americano Chas McFarland por Ricardo Probst.
Nas duas oportunidade em que foi substituído, o pivô apresentava bons números de pontuação e rebotes. Jogando 23 minutos, o atleta anotou 16 pontos e segurou oito rebotes. A boa atuação seduziu quem estava nas arquibancadas e cadeiras do ginásio.
Ontem, o técnico Hélio Rubens Garcia explicou as razões das mudanças. Ele disse que riu do torcedor quando ouviu as vaias. “Eu dei risada no momento que me xingavam. O torcedor tem que entender que em um plantel como o nosso, mesmo o jogador estando bem na partida eu tenho que revezar. Ele estava cansado e, por isso, deixou o jogo mesmo com desempenho satisfatório traduzido pelos bons números. Tem momentos no jogo que é necessário tirar o atleta, para evitar um desgaste físico desnecessário”, afirmou o treinador.
Hélio Rubens garante que o revezamento vai continuar nas partidas vindouras. “No time que montamos para esta temporada teremos constantes mudanças. Por várias vezes o cestinha do time ou aquele que está dando maior número de assistências ou rebotes, vai ser substituído. Isso é normal em um time competitivo”, disse.
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