Aumento dos gastos públicos e emissão de títulos: esses são os ingredientes que farão a dívida pública brasileira alcançar o patamar recorde dos últimos dez anos, ultrapassando R$ 2,2 trilhões, ou seja, cerca de 64% do PIB. Detalhe: em 2000, a dívida pública era de R$ 622,2 bilhões. No ano que vem, quem assumir o Planalto terá de pagar juros da dívida pública que deverão ser de R$ 200 bilhões/ano. Ou seja: cerca de R$ 17 bilhões/mês ou ainda R$ 567 milhões/dia. E mais: Brasil e Turquia são os países emergentes que apresentam menor taxa de poupança doméstica. Os gastos excessivos do setor público são apontados como um dos fatores que contribuíram para a baixa taxa de poupança. Economistas projetam que o déficit em conta-corrente do País continuará aumentando, e se indagam se investidores externos estarão dispostos a financiá-los. Bom dia!
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