Áulicos de plantão como Cassiano Pimentel não conseguem ver à frente do nariz (leia em http://www.gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=106138). Estabelecem que o mundo está dividido entre quem adula o Lula e quem consegue pensar com autonomia e sensibilidade crítica. A estes últimos descarrega agressões verbais num discurso arrogante e intimidatório. A ditadura militar também fazia isso. A quebra dos sigilos fiscais de pessoas ligadas ao candidato Serra foi feita quando ainda esse candidato liderava as pesquisas e deveriam ser usadas na campanha, caso houvesse necessidade. Agora não as há! É simples assim. Uma pratica conhecida do PT, infelizmente. Mas, quebra de sigilo fiscal é crime previsto em lei e não é futrica da oposição como diz Lula. Já é sabida a distância que existe entre o PT e as instituições democráticas. Vai se aprofundar se o dedaço de Lula vencer. Sem personalidade própria Dilma é apenas o pseudônimo de Lula nessa eleição. Votar para chegar ao segundo turno é essencial para uma democracia já flagrantemente ameaçada.
Alberto Aggio
Franca - SP
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Inteligentemente Cassiano Pimentel se referiu a factóide criado pelo PSDB, que não tem nada para comentar a não ser um acontecimento ocorrido em 2009, que nada mais foi do que um requerimento com firma reconhecida em cartório, solicitando cópia de declaração, coisa corriqueira dentro da Receita Federal. Aliás, o editorial do jornal Metrô, de São Paulo – para quem não sabe, o jornal de maior tiragem do mundo –, sob o título “O tapetão entra em campo”, chega à mesma conclusão que o articulista deste Comércio: “baronato tucano recorre ao tapetão para chegar ao 2º turno”. O simpático Serra não sabe fazer outra coisa...
Henrique Orlando Marconi
Santos - SP
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