O que aconteceu é uma aberração. Não há sentido que alguém morra por falta de assistência médica. Os médicos juraram ajudar ricos e pobres, mas, se o rico ou o pobre não têm convênio, que se danem. Enquanto a saúde vai de mau a pior, os candidatos políticos vão de vento em popa. Prometem saúde mas depois não fazem nada. A gente precisa lembrar: se não fizeram antes, não farão nunca. Não se arrependa de seu voto: mude e ente algo diferente.
Silvio Lima
Franca - SP
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Acompanho o caderno Eleições 2010 deste Comércio. Cada vez mais sinto a necessidade de uma ampla reforma política que impeça os partidos lançarem candidaturas de apelo popular como artistas, esportistas e comediantes. Aproveitam-se da legislação e do previsto coeficiente eleitoral que, na prática, proporciona a eleição de gente mal preparada, e fazem o eleitor levar “gato por lebre”. As casas legislativas deveriam ser a voz do povo, mas, na realidade, transformam-se em oportunidade de emprego para celebridades decadentes. Lá, aprovam quase tudo, sem discutir nada sobre os projetos que os maiorais de seus partidos lhes mandam. Foi assim com a CPMF, de triste lembrança. As assembléias deveriam ser independentes e representar efetivamente as demandas do povo.
Luís Alexandre Machado
Franca - SP
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