Após chuva na terça-feira, tempo deve voltar a ficar seco nesta sexta


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Até o final da semana, a umidade relativa do ar deve voltar a ficar abaixo dos 30% em Franca, de acordo o Inmet
Até o final da semana, a umidade relativa do ar deve voltar a ficar abaixo dos 30% em Franca, de acordo o Inmet

Até o final da semana, a umidade relativa do ar deve voltar a ficar abaixo dos 30% em Franca, de acordo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). Após três meses de estiagem, as chuvas ocorridas durante o feriado de 7 de Setembro aliviaram a sensação causada pelo tempo seco. Segundo o instituto, em dois dias foram registrados 13,4 milímetros de volume de chuva, que elevaram a umidade para 81%. Entretanto, apesar do alívio, o tempo voltará a ficar seco a partir de sexta-feira e a umidade deve atingir níveis críticos.


Até o final da semana, o sol reaparece com força e as nuvens diminuem. As temperaturas deverão aumentar e atingir os 30º C entre a tarde de hoje e domingo.


De acordo com o meteorologista Franco Vilela, a área de instabilidade que estava sobre o Estado se deslocou rapidamente para o oceano. Chuvas mais intensas só estão previstas a partir da segunda semana de setembro. “Até que comece a primavera, todo o Estado, principalmente a região Norte (onde está Franca) continuará sofrendo com a estiagem”, afirmou.
 

O meteorologista explicou ainda que as chuvas que caíram nas noites de segunda e terça-feira aliviaram o tempo seco, mas não foram suficientes para que ocorresse uma reposição hídrica em Franca. “Foi um volume considerável de água, visto que não chovia há muito tempo, mas o solo estava muito seco e absorveu a chuva, não sobrando quase nada para os reservatórios”.


RACIONAMENTO
Segundo Rui Engrácia, gerente distrital da Sabesp, o alívio da estiagem fez com que a população francana consumisse menos água durante o feriado. Mas ele não descarta novos racionamentos. “Com a queda da temperatura não houve aquele excesso no consumo que se tornou prejudicial dias atrás, sem sobrecarregar os reservatórios que continuam trabalhando no limite. Mesmo com a elevação já prevista, as pessoas devem continuar nesse ritmo, utilizar menos para que o racionamento não seja novamente necessário”.

Veja o quadro abaixo:

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