Um dos pontos mais tensos durante a sabatina com o candidato Cristiano Rodrigues (PV), o Crico, foi a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Quando questionado sobre seu posicionamento a respeito, Crico ficou visivelmente desconfortável. Não foi a primeira vez. Nas sabatinas com os candidatos a prefeito, em 2008, ele já havia enfrentado dificuldade para abordar o tema. Há dois anos, ele disse que, se eleito, auxiliaria os homossexuais disponibilizando psicólogos e assistentes sociais.
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Na entrevista de terça-feira, durante o quarto bloco, ao ser perguntado se mantinha a mesma opinião, Crico ficou nervoso e tentou atribuir a afirmação ao jornalista Corrêa Neves Júnior, diretor-executivo do GCN Comunicação, um notório defensor de todas as liberdades individuais, inclusive, dos homossexuais.
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Gravações da sabatina de 2008 comprovam que o candidato fez as afirmações que tentou negar ao longo da sabatina. Em nova entrevista por telefone, no fim da tarde de terça-feira, Crico afirmou que não vê o homossexualismo como uma doença e que sua palavras teriam sido “mal interpretadas”.
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