Funcionário da Sabesp é morto com três tiros


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Policial no local onde foi encontrado carro e corpo de Alcino de Almeida Pires, 53, em Patrocínio
Policial no local onde foi encontrado carro e corpo de Alcino de Almeida Pires, 53, em Patrocínio

O mecânico de manutenção da Sabesp de Franca, Alcino de Almeida Pires, 53, morador no Jardim Paulista, foi executado com três tiros na noite de quinta-feira. O corpo da vítima foi localizado às margens da rodovia vicinal Wilson Couto Rosa, distante aproximadamente um quilômetro de Patrocínio Paulista. O carro dele estava no acostamento da estrada, ligado e com a porta do lado do motorista aberta. A polícia acredita que Pires foi morto no local. A hipótese de crime de latrocínio foi descartada, uma vez que todos os pertences da vítima, além da carteira com dinheiro, não foram mexidos. 

 
Passava das 21h30, quando um popular que passava pela rodovia denunciou o caso. A testemunha achou estranho um carro parado no acostamento com uma das portas abertas e os faróis acesos. Ao se aproximar, viu o homem caído um pouco à frente do veículo já sem vida. “Quando chegamos, percebemos que se tratava de um crime. A vítima, a princípio, foi morta a tiros. O carro dele estava ligado e aparentemente ninguém havia mexido em seu interior. Por ser um lugar afastado da cidade e sem moradias nas proximidades, ninguém viu ou ouviu nada de estranho”, disse o tenente Eufrásio da Polícia Militar de Patrocínio Paulista. 
 
A perícia foi acionada, assim como o delegado da cidade, Leopoldo Gomes Novaes. Alcino de Almeida Pires estava vestindo uma camiseta e usava bermuda. Dentro do carro não foi encontrado nenhum vestígio de sangue, evidenciando que Pires pode ter sido morto no local. “Na cena do crime não havia sinais de luta. A vítima possivelmente conhecia seu agressor. Acreditamos que ele estava conversando com o autor, foi alvejado e ali caiu sem vida”, disse o delegado.
 
Segundo apurado pela polícia, o mecânico foi morto com três tiros, provavelmente calibre 22. Alcino de Almeida foi atingido no peito, nas costas e na cabeça. 
 
A vítima não tinha passagens pela polícia e, de acordo com o delegado Leopoldo Novaes, não há informações se ela estava na casa de amigos em Patrocínio Paulista. Leopoldo acredita que o possível assassino de Alcino, pode ser da cidade de Franca. “Acreditamos que esse possível desafeto que ele tenha e que o agrediu dessa forma brutal seja também de Franca. Então, não foi um problema construído e originado em Patrocínio Paulista. Apenas o crime foi cometido aqui na zona rural de nossa cidade”, afirmou o delegado. 
 
Alcino de Almeida morava na Rua Amazonas, no Jardim Paulista, em Franca. Seu corpo será sepultado na manhã de hoje no Cemitério Santo Agostinho, com trabalhos da Funerária Tedesco. 

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