Os agentes do Setor de Homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) continuam buscando provas e pistas que levem até o autor do assassinato do sapateiro Luís Gustavo da Silva, 35, que morava no Bairro Nova Franca. Silva foi executado com sete tiros, quando passava de bicicleta na Rua Francisco Frias Mesquita, a poucos quarteirões de sua casa, na manhã de quarta-feira. Familiares da vítima foram ouvidos e os depoimentos estão servindo como base nas investigações.
A Polícia Civil investiga duas hipóteses para morte do sapateiro: vingança ou crime passional. Ontem a equipe de policiais que trabalha no caso voltou ao local do homicídio em busca de novas informações. Os trabalhos realizados não foram revelados. “Estamos trabalhando com muita cautela. Temos pistas e informações que estão sendo checadas. Já ouvimos familiares da vítima, que passaram alguns detalhes sobre a vida da vítima e com quem poderia estar envolvido”, disse o delegado Macio Murari.
Luís Gustavo da Silva, 35, foi cercado, segundo testemunhas, por um homem em uma moto preta.O assassino descarregou uma pistola calibre 380 em sua direção. Treze cápsulas deflagradas foram apreendidas no local do crime.
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