Um grave acidente de trânsito registrado na altura do quilômetro 337 da Rodovia Cândido Portinari, em Brodowski, matou o motorista Rodrigo Eurípedes de Almeida, 30, que residia na Rua Mário José Pereira, no Jardim Aeroporto II, em Franca. O desastre envolvendo dois caminhões ocorreu na noite de quarta-feira, 25. Internado no Hospital das Clínicas, em Ribeirão Preto, com politraumatismo e hemorragia interna aguda, Almeida não resistiu aos ferimentos e faleceu três dias depois do acidente. O sepultamento foi realizado no último domingo, no Cemitério Santo Agostinho.
O motorista, que trabalhava para a SOS Guincho, na madrugada de terça-feira, 23, deixou Franca em um caminhão-guincho com destino a uma empresa de seguros em São Paulo. Ele entregou uma moto que teve perda total após acidente e aguardou até o meio-dia de quarta-feira para transportar um veículo que passou por revisão em uma concessionária.
“O Rodrigo dormiu em São Paulo e logo após o almoço (na quarta-feira), ele pegou a estrada de volta para Franca”, disse sua mulher, a atendente Layane Beirigo, 25. Por volta das 18h10, ele ligou pela última vez para a mulher informando que estava próximo a Ribeirão Preto. Menos de uma hora depois, ocorreu o desastre.
Almeida, que seguia com o caminhão-guincho pela Rodovia Cândido Portinari, no sentido Franca, por motivos a serem apurados, se chocou violentamente contra a traseira de um caminhão que transportava sucatas de ferro para um depósito em Batatais. O acidente ocorreu na altura do quilômetro 337, em Brodowski. A violência do impacto fez com que o guincho ficasse preso à traseira do outro caminhão.
Socorristas da Concessionária Autovias precisaram usar guinchos para separar os caminhões acidentados e retirar o motorista francano que ficou preso nas ferragens - o outro motorista nada sofreu. Com a colisão, Almeida teve a perna direita amputada, além de politraumatismo e hemorragia interna.
Encaminhado para o Hospital das Clínicas em Ribeirão Preto, o motorista foi submetido a cirurgia, recebeu quinze bolsas de sangue, mas o organismo rejeitou o material. Na madrugada de sábado, médicos plantonistas atestaram a morte de Almeida e comunicaram a família.
O corpo passou por autopsia no IML (Instituto Médico Legal) de Ribeirão Preto e chegou a Franca no final da tarde de sábado. Almeida, que deixou dois filhos, foi velado no Velório São Vicente de Paulo e sepultado na manhã de domingo, no Cemitério Santo Agostinho.
