Oficial da Polícia Militar, Capitão Lídio foi integrante do batalhão de choque da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) no começo da década de 90. Ele esteve entre os policiais que invadiram o presídio do Carandiru em outubro de 92. A ação resultou na morte de 111 presos. Sempre que fala sobre o episódio, ele se emociona.
O policial foi instrutor do Proerd, Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, desenvolvido pela PM nas escolas. Fez cursos de treinamento na Swat, aprendeu técnicas de proteção de autoridades com instrutores da Casa Branca e de anti terrorismo. Antes de vir para Franca, em agosto de 2009, Lídio atuava como assessor militar da Secretaria de Educação.
No 15º Batalhão sediado em Franca, atuou como coordenador operacional e no setor de recursos humanos. Em julho, se afastou da Polícia Militar para disputar as eleições. Em seguida, retornou para Araraquara, onde está morando.
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