“E quanto a criminosos?”


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Terminada a fase de testes do radar “dedo-duro”, quero dar parabéns à Prefeitura e à Polícia Militar. Pena que os crimes, diferente das infrações de trânsito, não gerem receita igual para os cofres públicos. Não sou contra o radar ‘dedo-duro’. Muito pelo contrário. Acho até que deveria ter um em cada esquina, todos os dias, e se possível com um dispositivo que travasse os carros irregulares automaticamente. (Quem sabe, um dia isso seja possível!). A ideia é boa, gente. Ajuda a inibir, além dos motoristas infratores, também os criminosos. Bandido que é bandido – e são eles mesmo que dizem – não é trouxa, não passam armados ou com carro roubado na praça central ou em avenidas principais, ainda mais agora sabendo dos radares... É lamentável que as autoridades (em todas as esferas) não se preocupem igualmente com os crimes contra o patrimônio que são, foram e serão sempre o grande problema da sociedade. Todos nós sabemos que as Polícias Militar e Civil conhecem boa parte dos criminosos da cidade, sabem onde eles estão. O problema é que não pegam, quando nos roubam. É a gente mesmo que acaba identificando! O pior é que, quando são pegos, logo voltam às ruas para continuar roubando, causando prejuízos, lesões físicas e psicológicas, quando não tiram a vida das pessoas. Alguns voltam para as ruas por causa de brechas na lei mas a maioria não fica presa por falta de provas. Nosso prefeito, que tanto tem trabalhado pelos franca nos anos de seus mandatos,  tem que pensar sobre isso e fazer algo. Mais uma vez, parabéns pelo investimento e pelo trabalho com os radares. Espero que o próximo investimento se de em ferramental e treinamento com foco na identificação de criminosos, ladrões, bandidos, etc, etc e etc.


Paulo Rogério
Franca - SP

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