Desvendamos o dedo-duro que entrega quem tem irregularidade


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Veja como funciona  o ‘X9’ francano que custa R$ 80 mil, possui tecnologia israelense e é fabricado no Brasil
Veja como funciona o ‘X9’ francano que custa R$ 80 mil, possui tecnologia israelense e é fabricado no Brasil

Em teste há  15 dias em Franca, o radar “dedo-duro” flagrou cerca 80 veículos com a documentação falha, com atrasos no licenciamento, ou ainda com problemas criminais - furtos, roubos ou placa clonada. Mas a pergunta que não quer calar é: como o equipamento consegue descobrir quais carros têm problemas mesmo antes do motorista passar pela barreira policial?

 
A fim de descobrir essa complexa questão, o Se Liga saiu a campo e entrevistou o Capitão Alexandre Wellington, responsável pelo serviço de trânsito do 15º Batalhão da Polícia Militar, para revelar o segredo do aparelho - que tem tecnologia israelense, é fabricado no Brasil e custa em média R$ 80 mil.
 
Franca conta com dois aparelhos dedo-duro. A compra de outros dois radares, desta vez com raio infravermelho para poder serem utilizados durante a noite, está em fase de licitação.
O “X9” francano pode ser instalado em qualquer lugar da cidade, mas será usado prefe-rencialmente em locais de grande circulação, como o centro da cidade, a Avenida Presidente Vargas e as entradas e saídas de Franca.
 
Além de identificar possíveis fraudes, o dedo-duro tem outro ponto positivo: ele é anticorrupção, pois não extingue nenhum tipo de automóvel: público, privado, particular, novo ou velho. Se tiver irregular, cai na “malha fina” do radar. Simples assim!
 
Algumas rodovias, como a Ronan Rocha e a Cândido Portinari, contam com a tecnologia destes equipamentos em pontos fixos. Mas, por segurança, a Polícia Militar não revela onde eles estão instalados e nem quantos aparelhos estão na extensão do trecho.

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