Acusado de adulterar nota, prefeito de Restinga tem recurso negado


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O Superior Tribunal de Justiça não acatou o recurso apresentado pelo prefeito de Restinga, Clarindo Ferracioli (PSC), o Belão, na ação civil pública movida pelo Ministério Público que acusa o prefeito de ter adulterado notas fiscais de despesas de viagens feitas por ele mesmo no exercício de 2000. O valor chega a R$ 11 mil. Na época, em sua defesa, Belão negou que tenha feito as rasuras. Outra acusação é quanto a contratação de um funcionário sem concurso público.


O caso tramitou na primeira vara civil de Franca. Em primeira instância, o prefeito foi condenado a ressarcir os cofres públicos. Em abril deste ano, oficiais de justiça foram até a casa de Belão para cumprir um mandado de busca e apreensão de dinheiro em espécie e bens. Nem dinheiro nem o prefeito foram encontrados no local. Belão recorreu da decisão, mas o recurso não foi acolhido pelo STJ.
 

O promotor de Justiça, Paulo Borges, disse que vai aguardar a decisão final para pedir o afastamento de Belão do cargo de prefeito. Belão não foi encontrado na Prefeitura nem em seu telefone celular na tarde de ontem para comentar o caso. O advogado dele também foi procurado pela reportagem, mas também não atendeu à ligação.

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