Estacionei nas proximidades de restaurante e bancos da Estação e, foi só descer do carro, aparece um “guardador de carros”. Ofereceu: “todo dar uma olhadinha, moço?”. Eu disse que os olhos eram dele e que ele poderia olhar para onde quisesse. Respondeu usando um tom ameaçador, próprio de que poderia fazer algo contra meu automóvel. Todo mundo como os “guardadores” agem. Afirmei então que comunicaria à polícia se algo fosse feito. Vi, ali perto, uma viatura da polícia e comuniquei o ocorrido. Prometeram passar por lá. Quando voltei a meu carro, os policiais também apareceram e deram um bronca no cara (sic). Deixo meu reconhecimento aos policiais e sugiro às pessoas que também façam o que fiz toda vez que forem abordadas por flanelinhas. Se tornarmos o nosso desconforto visível, quem sabe acabamos com essa “profissão” desnecessária.
Franca - SP
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