Como no símbolo chinês, no momento do encanto o ponto negro, pequeno, mas irrefutável; na hora da escuridão o ponto de luz, pequeno também, mas indicador de saídas. Cada crônica, um ideograma. Metáfora de vidas. Tentativa profícua de desvendamentos da Vida.
*Luiz Cruz de Oliveira, 2010.
Zelita Verzola
Professora
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