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A Polícia desvia-se de sua função de ‘segurança pública’ ao fazer o papel de agente de fiscalização tributária. Uma polícia a serviço da fúria arrecadacionista dos governos não é uma polícia de verdade. Um equipamento como o que está sendo testado é o retrato da fome dos governos estadual e municipal em busca da mais arrecadação. É como uma máquina à mais na indústria de multas que se reconstrói na cidade. É balela a estória de que os carros não licenciados também têm negligenciados aspectos como equipamentos obrigatórios e de segurança. Carros novos, como o Toyota Corola 2008 e o Fiat Stilo 2006, conforme notícia de apreensões da última semana, não têm problemas desse tipo nem que o dono queira. Dizer que retirar das ruas os carros sem licenciamento diminui os índices de acidentes, é de uma imbecilidade ímpar.
José Roberto
Franca - SP

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Não entendo porque algumas pessoas acham ruim ter que cumprir com suas obrigações. Será que elas se acham acima da Lei? Se não têm como pagar a documentação do automóvel, que não o utilizem. Ou não o tenham! Simples!
Flávio Henrique
Franca - SP

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O comando da nossa polícia está muito atarefado, direcionando sua ‘capacidade intelectual’ para esse tal de ‘dedo duro’. “Dedo-duro” de uma lado para nos multar e “dedos moles” de outro, a nos assaltar e matar. Não que eu seja contra o radar mas acho que deveria haver o mesmo empenho da polícia para nos proteger e nos dar segurança. Desde quando começou a fase de testes do “dedo-duro”, quantos veículos já foram multados e apreendidos? E quantos bandidos foram presos? Quantos assaltos impedidos? Alguém pode responder?
Kelli Cristina
Franca - SP

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Tanto investimento para flagrar infrações de trânsito! Enquanto isso, a criminalidade, os bandidos, deitam e rolam (sic).
Paulo Rogério
Franca - SP

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