Há filhos que nem se lembram de seus pais. Podem ficar pasmos, mas há! O mundo está mudando para pior e, quem diz que ainda há jeito, erra. Que futuro podemos esperar de jovens que não podem trabalhar por força da lei? Sem trabalho ou motivação, sentem-se solitários e envolvem-se com drogas, para tentarem dar um sentido (qualquer) à vida! Lembro-me ainda que, lá pelos anos 60, brincávamos ainda de bolinha de gude, pipa (que chamávamos “maranhão”), peteca, queimada (não esse negócio de por fogo no mato e ameaçar muita gente), bola (que saudade dos “rapadões”). Éramos felizes e não sabíamos. A juventude de hoje não compreenderá jamais, criada que vem sendo entre celulares e videogames. Se ainda fosse como antes, certamente haveria lugar para honrar pai e mãe e respeitá-los. Cumprimento o colunista Luiz Neto pela nota sobre seu pai (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=60007). Aproveito para saudar os pais que tentam manter seus filhos em um boa linha. Deus abençoe a estes e dê bom senso aos outros, para que não percam a calma ou a paciência.
Walter Mussati Filho
Franca - SP
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