No período da tarde, quando a sessão transcorreu de maneira tranquila, o GCN ouviu os envolvidos no bate-boca ocorrido de manhã. Os vereadores mantiveram o posicionamento e repetiram as críticas. Graciela preferiu o silêncio.
Jépy Pereira afirmou que a vereadora passou a fazer oposição depois que parentes dela tiveram de sair da Prefeitura por causa da aprovação de lei que proíbe o nepotismo. “Depois disto, ela mudou de lado e passou a se sentir o ‘supra-sumo’ e a nos chamar de frouxos. Ela tem o direito de dizer o que pensa, mas na hora de dar uma resposta para a sociedade, não compareceu com medo. Aqui, na Câmara, um assessor anota tudo o que ela vai falar. Eu não poderia deixar de ir à tribuna e dizer que, além de ser frouxa, a doutora é uma vereadora fujona”.
Marco Garcia disse que a Câmara não é um clube de amigos e que as discussões acontecem. “Somos do mesmo partido e ela nunca me pediu uma reunião. Nas reuniões que marcamos, nunca apareceu. É uma pessoa que não tem competência para ser deputada”.
Graciela foi informada das gravações com os adversários, mas não quis gravar entrevista.
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