“Prefiro ele morto”


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Acho que as autoridades de Franca deveriam recolher este filho por agressão, assalto, ameaça de morte ao pai. Lei tem que ser cumprida. Se ele está doente, coloquem-no num manicômio judiciário. Passa dos limites e o faz contra seu próprio pai, que perdeu toda a liberdade e privacidade dentro de sua própria casa! (Leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=59703).
Rosana
Franca - SP

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E ainda querem proibir a palmada. Os jovens de hoje, salvo exceções, não respeitam os pais, nem professores e muito menos as autoridades. Fazem escolhas erradas e quem sofre são os familiares. Por isso é que sou a favor não só da palmada, mas da chinelada, do castigo, da conversa e de todos os meios possíveis dentro do limite do bom senso, para não ter que chegar ao ponto de desejar ver um filho morto ou preso. Não me importo nem um pouco com as críticas quando digo que bati sim, nos meus filhos. Também negociei, castiguei e peguei muito no pé deles. Se tivessem desviado do bom caminho, pelo menos eu poderia dizer que fiz a minha parte mas, graças a Deus, não se desviaram. Penso que esse pai seja exemplo de honestidade e de caráter e que seu filho não seguiu seu exemplo, preferindo a desobediência e a delinquência. É uma temeridade proibir os pais de educar os filhos.
Rosa Santa Batista
Franca - SP

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Não sou a favor de surra, que causa raiva e acaba com o respeito. Quem bate não lembra que bateu e quem apanha nunca esquece. Hoje, as pessoas são muito individualistas, cada um na sua. Quase ninguém dá bom dia, não respeita nada e nem ninguém. Querer corrigir agora o que criou errado, é impossível...
Thallys
Franca - SP

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