A CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Franca apresentou projeto para instalação de câmeras de monitoramento eletrônico no Distrito Industrial. O sistema de segurança, que já funciona na região central da cidade e também nas avenidas Presidente Vargas, Brasil e Major Nicácio, poderá ser ampliado para a zona Oeste com a possibilidade de implantação de cinco novos pontos. O objetivo é garantir mais segurança às empresas instaladas no Distrito. Ainda não existe um prazo para que o sistema comece a operar.
O presidente da CDL, Fahim Youssef Issa Neto, informou que para a realização do projeto tem de haver a adesão do setor industrial e comercial da região, que arcaria com o aporte financeiro para a viabilização do monitoramento.
O custo inicial para instalação do cabo de fibra óptica, que interliga as câmeras de segurança, possibilitando o envio de imagens para o Copom (Centro Operacional da Polícia Militar), que monitora o sistema, tem um custo inicial de aproximadamente R$ 200 mil. “Apresentei o projeto para alguns empresários da região, para a Ancoa, que é a associação dos curtumes, e também para a direção do Hospital Unimed. Todos acharam interessante a implantação do sistema na região. Ainda estamos começando o processo de apresentação e negociação para ampliar as câmeras de segurança para aquela área”, disse Fahim.
Pelo projeto apresentado, serão instalados cinco pontos com câmeras que irão monitorar as ruas e avenidas do Distrito Industrial durante as 24 horas do dia. Os locais seriam onde ocorrem uma maior incidência de crimes. “As proximidades do hospital seria um dos pontos de interesse, uma vez que ocorrem furtos de veículos na região. No Centro, depois que o sistema passou a operar, diminuímos muito os crimes”, disse o presidente da CDL.
Hoje existem 12 mil metros de cabos de fibra óptica instalados na cidade, que possibilitam a interligação das câmeras já em funcionamento na caixa d’água da Avenida Brasil, na Avenida Presidente Vargas, cobrindo todo o corredor comercial da via, e mais cinco pontos no Centro. “Essa ampliação para outros locais da cidade só é possível por causa da rede primária já feita pela CDL. A cobertura poderia ser bem mais ampla caso houvesse uma adesão maior dos comerciantes, industriais e entidades de classe, que poderiam nos auxiliar. Esse sistema não é só da CDL, é de todos os interessados”, disse Fahim.
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