Vale dizer sobre o Dia dos Pais, o mesmo que sobre o Dia das Mães: é apenas uma data co-mercial. Quem ama seus pais, de verdade não necessita de uma data para comemorar. Basta sentir desejo de declarar seu amor, de manifestar seu respeito a quem deu a vida aos filhos.
Mas de onde surgiu a data? Dizem que já na antiguidade, numa cidade famosa conhecida por Babilônia, que já não existe mais, um jovem quis homenagear seu pai de um jeito pessoal. Moldou uma telha com argila e nela escreveu palavras afetuo- sas para seu pai. Este jovem se chamava Elmesu.
Neste tipo de telha, que seria o antepassado dos atuais cartões, ele escreveu: “Desejo a meu pai saúde, sorte, longa vida”. Arqueólogos que pesquisavam antigas civilizações no Egito acharam o pedaço de argila e o levaram para um museu.
Nos tempos modernos, uma jovem norte-americana, do Estado de Washington, chamada Sonora Louise, também quis homenagear seu pai, William Jackson Smart, em 1909. Uma lei municipal de sua cidade, Spokane, criou a homenagem a todos os pais daquele lugar. Em 1972 o presidente Richard Nixon tornou a data nacional e estabeleceu o terceiro domingo de junho para a comemoração.
Aos poucos a moda pegou e, hoje, quase todos os países do mundo têm uma data especial no ano para a homenagem aos pais. No Brasil ela recai no segundo domingo de agosto. Anteriormente a 1973 era comemorada em 14 de agosto, data que é dedicada a São Joaquim, o santo católico protetor da família.
Você pode homenagear seu pai com presentes comprados em lojas, com alguma coisa feita por suas próprias mãos, com um cartão bonito onde estejam escritas palavras sinceras, como o daquele jovem de 4 mil anos atrás, o Elmesu. Importante mesmo é o dia-a-dia de amor, amizade e respeito, três palavras que não podem ser esquecidas, três sentimentos que precisam estar sempre presentes na relação de um filho com seu pai.
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