Em pelo menos três asilos da região de Franca, a procura por vagas para idosos com Mal de Alzheimer é pequena, mas as instituições se preocupam com a estrutura necessária para atender os pacientes. No Lar São Vicente de Patrocínio Paulista, há apenas um com a doença. Para Janete Aparecida de Araújo, coordenadora do lar, a presença de um idoso com Alzheimer requer maior atenção e, consequentemente, mais funcionários. “Tivemos aumentar o número de funcionários, pois não temos como ampliar a carga horária. Em um lar, os profissionais não podem trabalhar estressados”. No local, há seis idosos na fila de espera, mas nenhum apresenta a doença.
Com atendimento a 60 idosos, o Lar São Vicente de Batatais também é pouco procurado por familiares de portadores da doença. Enfermeiro do local, Edinilson Rodrigues Calistro, diz que apesar de não haver de demanda por idosos com o mal, a instituição se preocupa com a prevenção do Alzheimer. “Oferecemos atividades direcionadas, que ajudam a prevenir ou mesmo prorrogar a doença. Temos terapeutas ocupacionais e também educador físico que atuam neste sentido”. No lar batataense, 33 idosos necessitam de acompanhamento próximo, os demais são independentes e vivem em moradias dentro da própria instituição.
No lar de Pedregulho, há 27 idosos. Destes, dois possuem Mal de Alzheimer e não há fila de espera.
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