Trocar ou não trocar


| Tempo de leitura: 1 min

Há dias vem crescendo nela a ideia de trocar de carro, mas ao mesmo tempo uma inquietação, pois que o seu carro, apesar da idade, se conserva inteiro, tanto na parte mecânica quanto na baixa quilometragem; a pintura é um brilho só, até os pneus cheirando ainda a borracha nova, além de que trocar de carro não é o mesmo que trocar de vestido ou de sapato apertado, né?


Mas é teimosa e quando pensa fazer alguma coisa pode até não conseguir, mas tenta. E assim sai à procura da concessionária onde um dia comprou o seu carro, mas o nome e endereço não lembra, talvez lá pelos lados da Avenida Ismael Alonso y Alonso e logo logo vê uma delas.


Já no estacionamento, em meio a tantos carros bonitos, espera por algum funcionário que possa atender e nada, ninguém aparece; só pode deixar naquele papel o seu nome, endereço, telefone, para continuar mais tarde as negociações que nem foram iniciadas.


Entra então no seu carro, dá partida e sai buscando o caminho de volta mas ainda pensando:
- Vou esperar um pouco mais e quem sabe lá pelo meio de 2012 ou 2013 troco de carro. No momento vou mesmo é dar uma chegadinha em Ribeirão Corrente em visita às primas que moram lá. Se amanhã o telefone da concessionária tocar, não vou atender, desisti de negociar...

 

Farisa Moherdaui
Professora

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários