A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) está à procura do detetive particular que registrou as imagens de um industriário de 41 anos mantendo relações sexuais com outro homem. O vídeo foi usado para extorquir o empre-sário, que pagou R$ 7 mil para que o filme não fosse divulgado.
Quando o cabeleireiro que aparece nas imagens exigiu mais R$ 15 mil, a vítima denunciou o fato à DIG. Na última terça-feira, ele, uma prima e o marido dela foram presos em flagrante após receberem o dinheiro extorquido.
A polícia apurou que o cabeleireiro premeditou o crime. Ele contratou por R$ 1.300 os serviços do detetive, combinou local e horário. Depois usou as imagens para exigir R$ 7 mil da vítima.
Uma prima do cabeleireiro achou que era pouco dinheiro e resolveu aumentar as ameaças. “Ela ligou para o industriário cobrando mais R$ 15 mil”, disse o delegado Márcio Garcia Murari. Segundo ele, o detetive conhecido como “Omelete” pode responder por coautoria no crime de extorsão, porque sabia o que estava fazendo.
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