Alguém tem alguma dúvida que mesmo que o político (Tirso Meirelles, candidato a deputado federal) seja culpado, virá a ser punido? (Leia as matérias que embasam este e os comentários sequentes, em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=59352 e em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=59351).
Ademar Teixeira
Franca - SP
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Estamos às vésperas das eleições. É o caso da população analisar os fatos e não eleger uma pessoa insensível (...), totalmente inadequada para um cargo público.
José da Silva
Franca - SP
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Só a policia poderá dizer se o político é ou não, culpado. Mas como ele deseja ser deputado, trata-se de homem público, tem muito dinheiro, o mínimo que ele devia era ter dado total apoio à jovem, porque certo ou errado, foi com ele que aconteceu o acidente que matou a família dela. Agora, depois que o jornal fez a reportagem, com certeza alguém ligado ao político irá procurá-la, mas é muito tarde. Em minha opinião, se ele não deu apoio a quem prejudicou, imagine a seus eleitores. Não fará nada de bom para ninguém (...). Cumprimento este Comércio. Parabéns pela imparcialidade da matéria. (...) Alguém da polícia civil tinha que abrir uma sindicância sobre o delegado retratado no texto (...).
André Gustavo
Franca - SP
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O que não entendo neste País é como uma pessoa envolvida em um acidente com óbitos ainda tenha o direito de se preservar de provas e laudos. Como assim, não autorizar exame de sangue para detectar se havia ingerido bebida alcoólica?! Nesses casos, a justiça deveria ter todo acesso possível ao que precisasse para elucidar, e não “pedir licença” para isso ou aquilo. Enquanto isso, a impunidade corre solta.
Rita Rangel
Franca - SP
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Espero que ninguém se esqueça nas eleições: esse candidato se recusou a colaborar com a polícia ao não permitir que seu sangue fosse à análise. Fosse ele honrado e digno teria, no mínimo, amparado a família da moça que ficou sem seus entes queridos. Acidentes acontecem, mas o que vem depois é que nos dá mostras da certeza de impunidade de pessoas que se acham acima do bem e do mal.
Marcus Alexandre
Franca - SP
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Ninguém quer errar, mas todos nós cometemos erros. Não julgo ninguém pelos erros e nem poderia, já que também erro; mas sim, pelas atitudes após o erro. Aos 18 anos, quinze dias após ter tirado carteira de habilitação, ao fazer uma manobra de contorno, atropelei duas pessoas que saíram detrás de um caminhão. Fiquei apavorada ao ver as duas caindo na frente do veículo que eu dirigia. Freei bruscamente e corri em socorro delas. Eram mãe e filha e tiveram poucas escoriações. Disseram estar bem e queriam ir embora, pois estavam atrasadas para a missa. Insisti e levei-as ao pronto-socorro da Santa Casa. Foram medicadas e internadas para observação. Ao fazer o Boletim de Ocorrência assumi a culpa e me coloquei à disposição da Justiça, enquanto o policial me isentava da culpa pela imprudência das vítimas em atravessar a rua correndo, saindo de um ponto “cego” para o motorista. Mesmo assim fiquei assustada e sem dirigir por um bom tempo. Afinal era inexperiente, mas não irresponsável. Estou indignada com a atitude desse político. Preferiu se acovardar diante dos fatos. Aderiu à moda de “permanecer calado”.
Rosa Santa Batista
Franca - SP
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Fico, a cada dia, mais indignado com gente que faz sua própria lei. Esse político não fez exame de bafômetro, se negou a fornecer sangue para medir o nível de álcool. Além do mais, temos que ler que o delegado afirmou que o envolvido, apesar de ser um homem público e integrante de família influente, não interfere nas investigações! Faça-me o favor, delegado. Conte outra! Queria ver se fosse alguém pobre, se não teriam encontrado um culpado. Infelizmente as pessoas que perderam a vida não eram políticos e pelo jeito, também não deveriam ser de família influente...
Moacir Augusto
Franca - SP
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Já pensou se um cidadão como esse se elege deputado federal? Atenção, eleitores. Está claro o que aconteceu no acidente. Também ficou visível o que acontecerá se esse político for eleito. Está hoje no conforto (dos seus), assistindo a tudo ao que acontece, sem se prestar a absolutamente nada. Não pensa sequer em esclarecer as questões sobre o acidente ou prestar auxílio à jovem que perdeu toda a sua família. Acho que ele é uma pessoa desnecessária à política ou a qualquer cargo público que possa vir a querer ocupar.
Sérgio José Leite
Franca - SP
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É brincadeira. Quando tem político envolvido, tudo acaba em pizza. Esse é nosso Brasil. Esse político pode ter certeza que meu voto ele não terá. Sou solidário à família dessa moça. Se tivesse ido atrás e dado apoio, com certeza votaria nele...
Joelma Aparecida
Franca - SP
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Todos querem ver justiça sendo feita. O político, ao que me parece, manipulou hospitais, foi para a capital e conseguiu fazer o que queria: enganar a justiça ou mesmo fazer com que a mídia deixasse o caso para lá. A justiça tem que tomar providências para esclarecer rapidamente o caso e não permitir que haja mais impunidade neste País.
Delci Liberti
Franca - SP
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