Parada Gay de Franca chega hoje à 4ª edição


| Tempo de leitura: 2 min
ANIMADORA - A drag queen francana Nega do Bafão irá apresentar o evento num trio elétrico, a partir das 15 horas
ANIMADORA - A drag queen francana Nega do Bafão irá apresentar o evento num trio elétrico, a partir das 15 horas

Com o tema “Diferença não é motivo para preconceito”, a Parada Gay de Franca chega hoje a sua 4ª edição. O evento acontece no Parque de Exposições “Fernando Costa” a partir das 14 horas. Os organizadores esperam um público de 15 mil pessoas vindas de Franca e cidades da região. Serão nove horas de festa, com shows musicais, apresentações de drag queens e gogoboys. A entrada será um quilo de alimento não perecível.


As drags francanas Nega do Bafão, Nalanda Power e Rafaela Couth se apresentarão em cima de um trio-elétrico. Os DJs Beto Spiller e Diovanni comandarão o som. A Nega do Bafão irá apresentar o evento. Ela usará uma roupa feita especialmente para a festa. O modelito é formado por saia e um corpete de tule. Tudo nas cores pink e verde. Sandálias de salto altos de uma marca famosa também na cor pink complementarão o look. “Estarei deslumbrante para agitar este evento e espero que todos compareçam”, disse.


A entrada é gratuita, mas os organizadores pedem a doação de um quilo de alimento não perecível (exceto sal e fubá). Os mantimentos serão repassados para o Fundo Social de Solidariedade, que doará para entidades assistenciais da cidade. O evento, que está previsto para terminar às 22 horas, não é exclusivo para o público GLBTT, a exemplo das edições anteriores os organizadores esperam famílias, idosos e crianças. Na festa, haverá barracas de alimentação e um estande do CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento) para orientar sobre aids e outras DSTs.


SEM NOVIDADES
Por falta de patrocínio, o movimento GLBTT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Travestis), assim como nas edições anteriores, não conseguiu contratar artistas de outras cidades para a Parada Gay deste ano. “Entramos em contato com o Dicésar, ex-Big Brother, mas ele cobrou um cachê de R$ 12 mil, como não temos patrocínio, ficou inviável para nossa equipe” disse um dos organizadores, Beto Spiller. A Prefeitura cedeu o espaço para o evento.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários