Cenáculo terá ‘Poli’ católico


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CRESCENDO - O fundador do Cenáculo, Fernando Antônio da Costa, o Fernandinho: objetivo é ter sede própria
CRESCENDO - O fundador do Cenáculo, Fernando Antônio da Costa, o Fernandinho: objetivo é ter sede própria

Um lugar para missas, pregações e momentos de louvor. No mesmo espaço, um centro social para atendimento de famílias carentes com consultórios dentários, farmácia, psicólogos, fisioterapeutas e doação de roupas e cestas básicas, além de barracões com oficinas profissionalizantes para jovens e adultos. Este é o projeto do Centro de Evangelização da Comunidade Cenáculo, que, a partir de janeiro de 2011, será construído em Franca.


A obra ocupará uma área de dez mil metros quadrados no Residencial Amazonas, próxima da Rodovia Fábio Talarico em uma região a ser loteada e receberá um investimento de R$ 3 milhões. A previsão da conclusão é de três anos.


Idealizado pelo jovem Fernando Antônio da Costa, o Fernandinho, 24, fundador do Cenáculo, o Centro de Evangelização será apenas a primeira etapa de um projeto audacioso. A comunidade católica, que neste ano completa dez anos de atividades, almeja ainda a construção de uma “Vila de Consagrados” - espécie de chácara onde viverão os servos que desejam abandonar o burburinho da cidade - e de uma fazenda de recuperação para dependentes químicos. Ambos os projetos também estão em formatação, porém só serão concretizados posteriormente.


O terreno onde o centro será levantado é fruto de uma doação e, segundo Fernandinho, o custeio da obra também partirá da “providência divina”. As promoções são outra forma de arrecadar recursos. Ontem, por exemplo, estava previsto no Castelinho um jantar dançante, com bebidas vendidas à parte. A expectativa era reunir mais de mil pessoas. Para dezembro está agendado um bazar e, para 2011, Fernandinho quer gravar um novo CD, mas desta vez ao vivo.


Com 85 servos e um público médio de duas mil pessoas todas as terças-feiras no Cenáculo, o jovem ainda conta com doações mensais de colaboradores, realizadas por meio de carnês, e com a renda da venda de artigos religiosos, entre eles camisetas e adesivos com o símbolo da comunidade. “Toda ajuda é bem-vinda. Como temos muitas despesas com os aluguéis, queremos ter uma sede própria. Não sabemos como vamos conseguir, tudo é muito relativo, dependerá da graça de Deus”, disse Fernandinho.

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